Mudando a realidade das dívidas
Sexta-Feira, 23 de Julho de 2010Por Henrique Douglas Silva Janini
Gostaria de compartilhar com vocês a solução que eu tomei para sanar ou amenizar o problema que estava tendo com o caixa (para refrescar a memória basta ler o post onde eu mencionava que o dinheiro estava acabando). Ainda estamos na fase de amadurecimento do negócio. Cada dia um tijolo, uma parede e assim por diante. Mas as contas não param e parece um ciclo sem fim.
Usei uma estratégia muito simples. Começar eliminando as contas mais caras ou com juros maiores. Consegui um capital de giro utilizando os recebíveis dos cartões de crédito e com esse valor quitei os cheques especiais (os maiores vilões, com taxas de 6,9% a 8,9% ao mês) e depois 2 empréstimos pessoa física com juros bem altos (4,9%). Ou seja, mudei o perfil da dívida. Agora ela tem um prazo maior e juros menores.
Para quem quiser usar como referência, consegui uma taxa mensal de 1,4% em 24 parcelas fixas.
Sei que não é o melhor dos mundos. Gostaria de uma taxa subsidiada pelo governo, com carência e outras vantagens. Mas como já falei outras vezes, no nosso país muito desse dinheiro é usado com quem , teoricamente, não precisaria dele. Mas pelo que pesquisei - e olha que não foi pouco - esta é uma situação bastante razoável.
Dessa forma, estamos conseguindo manter o fluxo de caixa. Agora é trabalhar para que a loja ande completamente com as próprias pernas e não precisemos de banco.
Liquidez é a palavra do momento.
Um forte abraço e até a próxima.
Fonte: GLOBO.COM

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